segunda-feira, 16 de março de 2015

CiberBrasil




Pensando nas discussões [2015] sobre Cibercultura, em sala de aula, relembro aqui a crucialidade das redes sociais, ao proporcionar a articulação das recentes manifestações populares no país.
Em vários aspectos, a gente percebe que o povo toma as rédeas do conteúdo e da ferramenta. Pra chacoalhar o Brasil, que parece precisar de uma drástica mudança, ou pra gongar as bizarrices, a web parece um infinito de possibilidades de se relacionar com os fatos.
Um bom exemplo disso são os liks dedicados a selecionar o que há de melhor em tudo: o pior de tudo.
Aqui vão alguns que zoaram com a cara dos manifestantes do 15 de março:






Um comentário:

  1. Olá, Vinicius! Pertinente seu post! Sim, já que a Cibercultura nos permite ampliar nossa visão de leitura e escrita de mundo. Nada melhor do que atentarmos também para o que é ou não positivo nas redes sociais. Afinal segundo Pierre Lévy a Cibercultura é "a ideia de Inteligência coletiva, onde inteligências individuais são compartilhadas" de forma libertária!

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